Quem não te conhece que te compre
É muito bom comprar, a gente se acha mais legal quando compra algo.
A tara de garimpar, de achar algo diferente, para se sentir mais cool, como se ainda existisse vanguarda nesse mundo.
Amor próprio muitas vezes é usado como sinônimo de vaidade e isso implica em gastos. Investir em você não é dar um upgrade no inglês mas sim ter aquela bolsa clássica no armário, para usar em reuniões com clientes, hehe.
As pessoas se interessam pelo que elas aparentam ser, é fato, somos superficiais.
Nada é mais eficaz do que o apelo estético.
Sem tempo, a gente compra, como um ansioso come chocolate.
Quantas vezes você já não comprou algo usando como desculpa “eu mereço”?
Praia de paulistano é shopping center.
A variedade e os preços da internet me comovem. Emoção da compra a alguns cliques de distância.
Impulsivo, como respostas atravessadas no gtalk.
E aí que o seu cartão de crédito te faz sentir rico, mais bonito e descolado. Até que no mês seguinte vem a fatura e você percebe que tem alguma coisa errada.
Não adianta vir com Guaraná para mim. Não há Rescue, Valium ou chocolate que valha.
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Tags:autoconhecimento, beleza, consumismo, porcos capitalistas, trabalho

Queria o botãozinho de “Curtir”, mas como não tem vou de “Adorei”!
Obrigada Manô!